É sobre estar aqui mas não ser daqui
- Fermino Neto
- 11 de mai. de 2024
- 2 min de leitura

Em contraste com as bênçãos da nova era que se seguirão após o dia do Senhor, o próprio dia era descrito pelo Antigo Testamento como um período de chuvas, inundações e terremotos. Se nós achamos que as passagens bíblicas estão se referindo, como suas versões mesopotâmicas, à passagem nas cercanias da Terra de um grande planeta com sua enorme atração gravitacional, as palavras de Isaías deixam isso muito claro de se compreender: "Como o barulho de uma multidão nas montanhas, um tumultuoso barulho como uma grande quantidade de pessoas, de reino das nações unidas; é o Senhor das Multidões, conduzindo uma Multidão à batalha. De uma terra distante eles surgem, do ponto extremo do Céu surge o Senhor e suas Armas de ira para destruir toda a Terra (...) Portanto, eu agitarei o Céu e a Terra será sacudida para fora de seu lugar quando o Senhor das Multidões cruzar, o dia de sua ardente ira". Enquanto na Terra " as montanhas derreterão(...) os vales serão fissurados", o eixo da Terra também será afetado. O profeta previu de forma explícita: "Acontecerá naquele Dia, Diz o Deus Senhor, que eu farei com que o Sol se ponha ao meio-dia e escurecerei a Terra no meio do dia. Anunciando, " Olhai, o Dia do Senhor está chegando!", o profeta Zacarias informou ao povo que esse fenômeno, de uma interrupção do giro da Terra em torno do seu próprio eixo, duraria apenas um dia: "E acontecerá naquele Dia não haverá luz, de modo incomum congelará. E haverá um dia, conhecido ao Senhor, que não haverá o dia nem a noite, quando a noite se fará luz. No dia do Senhor, disse o profeta Joel, "o Sol e a Lua entrarão em trevas, as estrelas ocultarão seus brilhos"; " o Sol será transformado em trevas e a Lua ficará vermelha como o sangue". Os textos mesopotâmicos exaltavam o brilho do planeta e sugeriam que podia ser visto até de dia: " visível no alvorecer, desaparecendo de vista ao entardecer". Um selo cilíndrico, encontrado em Nippur, descreve um grupo de lavradores olhando, espantado, enquanto o Décimo Segundo Planeta ( retratado com seu símbolo da cruz) se tornava visível no céu. Várias passagens bíblicas, especialmente Isaías, Amós e Jó, relataram o movimento do Senhor celeste em várias constelações. "Sozinho, ele estica os céus e pisa na mais alta Profundeza; ele chega a Ursa Maior, Órion e Sírius e nas constelações do sul. " Ou, "Ele sorri com a face voltada para Touro e Áries; de Touro para Sagitário ele prosseguirá. Esses versos não descrevem apenas um planeta que varre os mais altos céus, mas que também entra pelo Sul e se move em sentido horário, exatamente como deduzimos com os dados mesopotâmicos".
(Zecharia Sitchin/O Décimo Segundo Planeta)





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